Sejam bem vindos a este espaço... A ideia do blog é poder fazer algumas reflexões sobre o universo feminino ou talvez (e na maioria das vezes) sobre o meu universo.
Uma das coisas que toda mulher gosta é maquiagem. Pretendo postar algumas dicas de maquiagem, vídeos que assisti e makes que já testei. Essa é uma dica super fácil que pode ser usada durante o dia. Testada e aprovada!
(até quando você vai dar desculpas para os seus medos?)
Percebo que, hoje em dia, as pessoas estão muito exigentes em relação ao amor. Qualquer passo em falso: Adeus! Não aceitamos erros alheios. Não aceitamos qualidades no outro que, pra nós, sejam defeitos. Queremos que todos estejam conectados com nossas expectativas, que estão altíssimas e não param de crescer. O que nos é possível, não nos interessa. Almejamos o perfeito. O irreal. O ilusório. Queremos sempre o melhor, mesmo que o “melhor” não se adéque à nossa vida.
Vivemos – na verdade - na era da Intolerância. Do imediatismo. Da falta de paciência. Seja com downloads lentos, celulares fora de serviço. Ou pessoas que não seguem o nosso ritmo.
No meio do caos, esquecemos o essencial: para se relacionar, é preciso tempo. Tolerância. E uma boa dose de bom senso. Não, pessoas não são descartáveis. Não existe manual, nem informações no rótulo. Quer saber? Todo mundo tem lá seus “defeitos”. Mas, nessas horas, não existe “loja autorizada”, nem garantia. No máximo, uma terapia ou um bom ombro amigo pra se reajustar.
Agora, minha pergunta: porque andamos, assim, tão exigentes? Será culpa da tecnologia e sua crescente evolução? Será falta de auto-conhecimento e amor próprio? Será que, no fundo, temos medo de amar e nos autoboicotamos com situações que nunca vão dar em nada?
Pode ser um pouco de cada coisa. Outro dia, ouvi uma frase interessante de uma amiga: odilema da mulher moderna é saber, ao certo, o que ela procura. Porque, se ela procurar, vai achar! Achei de uma sabedoria incrível. E pensei: ao dizer isso, sei que muita gente vai me criticar. Mas pense comigo: será que estou, de fato, errada?
Não, não vamos colocar a culpa no outro. Se as coisas não estão dando certo, temos grande responsabilidade sobre elas. Não vamos começar nosso discurso manjado que queremos viver o amor, quando, na verdade, atraímos pessoas problemáticas, instáveis e avessas a compromisso. Se isso acontece uma vez ou outra, tudo bem. Do azar no amor, ninguém foge.
Mas se o padrão prevalece, então, está na hora revermos nossos conceitos. A gente acha o que – na verdade - procura. Se encontramos pessoas (e amores) que só nos trazem infelicidade, angústia e ansiedade, o melhor a fazer é nos voltarmos para dentro. E repensarmos quem somos. E o que realmente queremos.
Olha, eu não sou psicóloga, nem dona de nenhuma verdade. Adoro lugar comum, gosto de escrever sobre o que meu coração dita. Sei que ninguém gosta de aceitar suas culpas, muito menos admitir quando faz escolhas erradas. Mas, se estou aqui hoje, dando a cara à tapa, é porque descobri que me boicotei durante muitos anos. É, fugi do amor com medo de perder minha liberdade. Ou com medo de perceber que ter um relacionamento não traz garantia nenhuma de felicidade. (Adeus sonhos de adolescente!).
Agora, eu vejo que viver o amor nada mais é do que conhecer a si mesmo profundamente e entender quem a gente é. E o que nos faz bem.
Portanto, antes de colocar a culpa da sua vida amorosa no outro. No destino. Em algum karma. Ou em qualquer lugar fora de você, PENSE BEM.
Nós encontramos FORA o que – na verdade – MORA AQUI DENTRO.
(Fernanda Mello)
[Compartilho com vocês mais uma crônica da escritora Fernanda Mello, uma escritora incrível, com uma grande sensibilidade que me encanta e emociona sempre que leio.]
Muitos assuntos para escrever e confesso que estava sem saco para começar. Gosto de escrever quando estou bem, sempre procuro apresentar um texto com uma mensagem positiva, mas que mensagem positiva deixar se você está em um momento de confusão interior?
A verdade é que não existe vida perfeita, todos temos nossos desafios e temos o dever de encará-los. Mas é que às vezes a vida bate na gente, e bate de uma forma muito dolorida... A pessoa que você menos espera te fere de uma forma muito cruel, e você se abala, se questiona, se revolta por ter sido tão idiota, sofre, se cala! Justo você uma mulher de palavras desaforadas, agora se cala?! Talvez por perceber o quanto aquilo mexe com você e o quanto terá que se permitir ‘revirar’ ao tratar daquele assunto, e você se sente sufocada, então chora, chora como se suas lágrimas fossem sua libertação, chora como há muito tempo não chorava, e dói.. dói muito! Mas esse não falar, ainda te perturba, então você pensa e se revolta por sua racionalidade!
Você passa a observar a sua forma de agir nos relacionamentos com as pessoas ao seu redor, e percebe o quanto se doa, o quanto se importa, o quanto o estar bem do outro importa pra você. Então, se sente como uma esponja.. aquela absorve todos os problemas do outro, que sofre junto e sente esse peso e passa a perceber o quanto isso têm lhe roubado seus sorrisos.
Você percebe o quanto se importa com quem não dá a mínima para você, percebe o quanto lutou por quem não merecia e o “cair dessa ficha” te desmonta e você se questiona, e chora! Você se perde em si, silencia e se afasta... e pede ao tempo, o senhor de todas as dores que te acalme, então procura em suas memórias ou em sua caixinha de decepções algo que te dê a impressão de que aquilo é algo pequeno perto do que já passou, e pensa.. repensa, e chora! Busca, em uma tentativa frustrada comparar as decepções... Reflete... então percebe o quanto é abençoada, que existe ALGUÉM muito maior que sempre esteve por perto, que te fez levantar, levantar e levantar! De sua forma desajeitada fecha os olhos e agradece: Valeu aí Deus, Você é o Cara! Decide enxugar as lágrimas.. juntar os cacos e seguir... decide ignorar aqueles que nada acrescentam e partir em busca de novos sorrisos, fecha os olhos e se lembra do trecho do Caio Fernando Abreu e sorri...
"Eu sei que vou. Insisto na caminhada. O que não dá é pra ficar parado. Se amanhã o que eu sonhei não for bem aquilo, eu tiro um arco-íris da cartola. E refaço. Colo. Pinto e bordo. Porque a força de dentro é maior. Maior que todo mal que existe no mundo. Maior que todos os ventos contrários. É maior porque é do bem. E nisso, sim, acredito até o fim. O destino da felicidade, me foi traçado no berço".
Encontra em um acaso, uma música que liberta... canta e agradece!
♫♪ What doesn't kill you makes you stronger Stand a little taller Doesn't mean I'm lonely when I'm alone What doesn't kill you makes you a fighter
Footsteps even lighter...
...
O que não te mata, te faz mais forte Te faz sentir maior Não significa que estou só quando estou sozinha O que não te mata, te faz um guerreiro Te faz dar passos mais leves ♫♪
Já tem um tempo que eu conversei com o amigo e dono do blog Solteiropolitano e ele me perguntou o que eu pensava sobre o Poliamor, se eu já tinha lido a respeito.. e me desafiou a escrever um texto para o blog dele sobre o assunto.
O Poliamor significa “muitos amores”, ou seja, a possibilidade de amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo, os indivíduos não seguem a monogamia como princípio ou necessidade. Não se trata de promiscuidade e sim de viver uma relação aberta baseada na honestidade e liberdade. Essa relação não tem o sexo como base, a insegurança e o ciúme não têm lugar neste tipo de relação.
Podemos observar que, o maior fator positivo do poliamor é a sinceridade. O indivíduo é sincero com ele mesmo e com sua parceira. Sendo que ao ter a clareza dos sentimentos consegue reduzir as frustrações e mágoas das relações.
Destacamos que o Poliamor existe como um movimento organizado há mais de 20 anos nos Estados Unidos, onde ganhou em 2005 uma Conferência Internacional e vários estudos e documentários já foram realizados sobre o assunto.
Segundo a sexóloga e psicóloga Regina Navarro Lins o amor romântico, baseado na idealização de que uma pessoa pode completar outra e que os dois parceiros vão se transformar numa só pessoa está saindo de cena e levando com ele a exigência de exclusividade. Segundo ela, um dos principais motivos para que o poliamor ganhe cada vez mais adeptos é porque um amor baseado na amizade e no companheirismo está surgindo, além de que a cada dia há menos idealização do outro e você pode se relacionar com a pessoa do jeito que ela é. Com a idéia de encontrar alguém que te complete saindo de cena abre-se um espaço para outros tipos de relacionamento, com a possibilidade de se amar mais de uma pessoa ao mesmo tempo.
Bem, como em qualquer outro tipo de relação temos os pontos positivos e negativos. Confesso que antes de escrever este post, fiquei imaginando situações e tentando me colocar numa situação como essa e devo admitir que mesmo com minha mente aberta, senti um pouco de dificuldade, pois vivemos em uma sociedade cujo o padrão de relacionamento ainda é “a dois”. Tá, mas que se dane os padrões da sociedade!! Sempre digo que o que vale mesmo é ser feliz, que todos têm o direito a felicidade, e se sua felicidade for em um relacionamento aberto, um relacionamento homosexual, heterosexual.. Que se foda a sociedade.. Seja Feliz!
Mas eu, como mulher, romântica, carente, que sente ciúmes.. Como eu poderia entrar em um relacionamento como esse? Acho que surtaria ao receber uma proposta de manter um relacionamento aberto, imaginaria mil coisas que o levaria a me propor isso, por esse motivo evidencio a importância da sinceridade e do diálogo na relação. Talvez eu tenha um pouco de dificuldade com essa situação por não ter vivido nenhuma. Já imaginaram dois homens lindos e inteligentes apaixonados e dispostos a fazer tudo por mim? (risos). Estou começando a gostar da idéia, (risos). Brincadeirinhas a parte, eu me considero um pouco egoísta neste aspecto!
Enfim, gostaria de conhecer casos de pessoas que, conseguem manter um relacionamento poliamorista para saber quais são os desafios e aspectos positivos que encontram na prática. Você leitor (a), já viveu alguma experiência, conhece alguém que vive, conseguiria viver um relacionamento poliamorista? Colabore, opine!
Era uma vez
Uma menina-mulher independente que percebeu
Que em sua vida faltava alguma coisa.
Ela estava cansada de beijos sem sentimento, carícias sem motivo
Sexo sem compromisso...
Ela sabia que estava sofrendo por isso
Mas esperava insistentemente que o príncipe encantado viesse salvá-la.
Um dia perguntei a ela
"Como é esse seu príncipe encantado?"
Eis o que ela me respondeu:
"Ele não deve existir....
ou, se existir, deve estar muito longe de mim...
Imagino que seja um homem maduro, inteligente, divertido
Que saiba me tratar como eu mereço
Que me sacie com carinhos, beijos e muito amor
Que acompanhe meu ritmo noite e dia
Que entenda de poesia e possa fazer nas horas mais inusitadas
E que seja ousado... "
Diante dessa confissão, me questionei
Se a princesa estaria sendo exigente demais
Ou se realmente esse príncipe existe....
Ela continua procurando!
(Ana Carolina)
(Texto encontrado por acaso da cantora Ana Carolina - Já tem um tempinho que não posto estes textos/reflexões, quis compartilhar)
Depois de mencionar que estava precisando atualizar o blog, veio a sugestão no facebook: Homens Bananas! Tá aí dá um bom post, visto a quantidade de exemplos que temos para citar.
O que podemos dizer então sobre esta espécie de homem tão comum, como identificá-lo? Infelizmente o homem não vem com uma faixa escrita na testa: Sou um banana! Seria bem fácil, né? Mas ele sempre dá sinais de que é.
Uma situação, é que você conhece um cara, ele te convida para sair, vocês saem.. uma noite agradável, uma boa conversa, você dá todos os sinais de que está interessada e, nada! Será que você disse algo, fez alguma coisa?
Aí você pode me dizer.. Ah, mas o cara é tímido! Não, nem vem! Existe uma grande diferença entre timidez e falta de ação. Uma certa timidez é aceitável, nós mulheres achamos até interessante um homem tímido. Agora, falta de iniciativa, falta de atitude é imperdoável.
Mulheres, vocês conhecem o cara, começam a sair, alguns encontros e você chega até ser apresentada à família dele, tudo vai muito bem até que de repente ele some.... Você então pensa mil coisas que possam ter causado o sumiço, algo que você disse, não disse, fez, etc. Quando num belo dia o ser reaparece cheio de amor pra dar.. Sem nenhuma explicação.. ou com as mais toscas que ele encontrar.. que estava com uns problemas, que precisava de um tempo para pensar e blah, blah, blah!
Homens desse Brasil.. Como é que um ser tido como o sexo forte, pode se permitir paralisar, fugir quando o relacionamento chega a um momento que exige uma tomada de decisão? Será que é medo, medo de nos fazer chorar, de nos decepcionar que os levam a postergar essa decisão?
Será que vocês não conseguem entender que, essa brincadeira de tentar adivinhar o que se passa na cabeça de vocês nos enlouquece? Acreditem, não existe nada pior do que essa sensação de estar no vácuo. Na verdade, essa história toda é muito prática: ou quer ou não quer. Simples assim!
O fato de sermos românticas, sonhadoras e delicadas não significa que não podemos suportar uma separação. Nós gostamos de objetividade e sinceridade, portanto meus queridos... joguem as verdades em nossa cara, isso dói! Mas nos fará admirá-los pela coragem e dignidade depois!
Enfim, eu ainda acredito que o homem de verdade têm coragem para ser o que é, de admitir sua fragilidade, de não se intimidar com uma mulher poderosa. Ele reconhece isso e sabe como lidar com a insegurança que possa surgir em determinados momentos da relação.
Uma mulher pode até se envolver com um homem banana, mas duvido que essa relação se sustente. Sou do tipo de mulher que prefere a falta de ar à falta de atitude! É.. bem assim!